Docker – O que é, o que não é, e alguns detalhes a mais

Logotipo do DockerNo último post, eu falei um pouco sobre o Vagrant,  que é uma ferramenta que permite criar e distribuir máquinas virtuais voltadas especificadamente para desenvolvimento de software. Pois bem, quem já é mais antenado nas últimas novidades, ao ler o último post, deve ter pensado algo como "nossa, mas já temos o Docker, e containers são muito melhores que máquinas virtuais!!!!!". E bem, na verdade, tempos atrás, eu mesmo teria dito o mesmo sobre quem ousasse comentar sobre Vagrant, máquinas virtuais e tal. Por isso, hoje, vou falar sobre o Docker, o que ele faz, o que ele não faz, seus recursos, uma breve comparação com o Vagrant e todo o contexto das máquinas virtuais e também um breve tutorial de uso.

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Vagrant – Máquinas virtuais automatizadas para desenvolvimento

Logotipo do VagrantQuando você começa a trabalhar com programação, é a principio normal que sua máquina fique um pouco bagunçada. Bibliotecas pra cá, interpretadores pra lá, compiladores ali, e assim vai. Depois de algum tempo, você até se encontra de forma que consegue usar tudo o que você mesmo colocou e dessa forma consegue fazer o que quer, ou seja, programar. O problema é quando você precisa efetivamente replicar este mesmo ambiente em outras máquinas, como a máquina dos seus colegas de trabalho,  por exemplo, ou quando você por algum motivo perde todos os dados da máquina (como quando o HD resolve pifar, o que costuma acontecer com certa frequência, pelo que vejo). É aí que a situação complica, e por causa disso hoje vou falar um pouco sobre o Vagrant e inclusive apresentar um breve tutorial sobre como usá-lo da maneira devida.

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