.gitignore – Saiba como ignorar arquivos no Git facilmente

Logotipo do GitUma coisa que todo iniciante de Git costuma fazer é comittar tudo o que há no projeto no repositório. Isso inclui dependências, arquivos compilados, arquivos temporários, e assim vai. Entretanto, com o tempo, esse tipo de arquivos tendem a ser modificados, e tendem a bagunçar muito mais do que deveriam o repositório. Como se isso não fosse o suficiente, à cada clone feito, é necessário lidar com uma quantidade muito maior de dados, pois não há como clonar um repositório no git sem clonar todos os arquivos (você pode até customizar o que vai ser baixado ou não, mas, dada uma branch, você precisa baixar todos os arquivos da branch para conseguir usá-la), o que tende a causar problemas ainda mais significativos ao decorrer do tempo. Por causa disso, hoje vou falar um pouco sobre o .gitignore e como criá-lo, um arquivo simples que lista o que o Git deve ignorar quando você estiver trabalhado no repositório, de forma que seja possível evitar a adição de arquivos indesejados no repositório sem dificuldades, tornando os arquivos indesejados totalmente invisíveis ao Git.

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Gogs – Um sistema versátil para hospedagem de repositórios git

Logotipo do GogsComo apresentado no post “Onde (e como) hospedar meus repositórios git?”,  existem várias formas de hospedar seu repositório Git, desde serviços online à opções que você instala em seu servidor e começa a usar de maneira simples e prática. Hoje, vou falar mais um pouco sobre o Gogs, uma opção de hospedagem de repositórios Git fácil de instalar e usar que você pode instalar em seu servidor e usar sem limitações, seguido de um tutorial para começar seu uso facilmente. Bora? 🙂

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Git Flow – Uma forma legal de organizar repositórios git

Conheça o Git Flow, uma ferramenta desenvolvida para melhorar ainda mais o uso de repositórios GitUma dúvida muito comum a quem começa a usar o Git de maneira mais ativa é como organizar as branches, afinal, são muitos os problemas que um projeto pode enfrentar: De bugs urgentes que devem ser corrigidos, a criação de inúmeras features em conjunto com releases agrupando os deploys relativos a essas features. Mas..como organizar tudo? Pensando nisso é que foi criado o Git Flow, um modelo de organização de branches criado por Vincent Driessen que mais tarde se tornou uma excelente extensão ao Git, permitindo seu uso de forma fácil com qualquer repositório git, e é sobre isso que vou falar hoje.

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Onde (e como) hospedar repositórios Git?

Logotipo do GitSe você leu o meu último post sobre o Git, já deve ter percebido que o Git é um sistema muito poderoso e que facilita o trabalho em equipe ao fornecer recursos para facilitar isso, como branches e registro do autor de cada commit. No mesmo post, eu ainda apresentei o fato que torna o Git distribuído: A possibilidade de usar qualquer repositório git em um computador remoto para sincronizar o conteúdo do seu repositório local, e como isso poderia permitir o uso do git como um sistema P2P.

Pois bem, é verdade que é possível usar o Git como um sistema P2P, mas isso não é muito prático, pois o não implementa uma forma de “consenso” nesse estilo de requisição, ou seja, você pode sincronizar repositórios Git entre duas máquinas (como entre o seu computador e um servidor, por exemplo), tranquilamente, mas se o número de máquinas é maior que dois, a situação começa a complicar.

Devido a isso, é comum o uso do Git com sistemas de hospedagem de repositórios, que funcionam como uma “central” no qual os repositórios são armazenados (servindo também como backup, portanto) e que serve como meio de sincronização entre 2 ou mais máquinas possuindo um determinado repositório Git. E hoje, vou falar um pouco sobre as variadas opções que temos disponíveis, e ensinar como integrá-las com o seu repositório git feito no post anterior.

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Git – Sistema de controle de versões distribuído

Logotipo do GitSe você trabalha com desenvolvimento e não registra as alterações feitas no seu projeto, você está praticamente perdido. O que fazer se uma alteração for enviada para produção e der algum erro? Tira tudo do ar? Restaura um backup? Da mesma forma, como descobrir quem fez essa alteração – no caso de você trabalhar em uma equipe de 5, 10, 20 pessoas? – e ainda, como separar o trabalho de cada um de tal forma que seja possível criar vários recursos novos para um mesmo projeto, paralelamente, juntando todas as alterações no final, sem necessitar do uso de pendrives para copiar arquivos para lá e para cá? Bom, é com o objetivo de facilitar todas essas tarefas que hoje eu vou falar um pouco (e apresentar um breve tutorial) sobre o Git, um poderoso sistema de controle de versões distribuído.

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Gource – Histórico de seu repositório de código fonte, redesenhado

Visualizar o histórico de um repositório pode ser chato demais. Normalmente, as ferramentas de gerenciamento de repositórios nos fornecem somente visualizações em forma de timeline, mostrando o histórico dos branches numa normalmente longa e tediosa lista (imagine ver uma lista com 10000 commits?). Entretanto, para conhecer o histórico do projeto, as vezes pode ser útil sair um pouco dessa lista e ver as coisas de um novo ângulo, saber quem trabalhou no quê, em que ordem os arquivos foram trabalhados, conhecer o que as pessoas fizeram no projeto….Enfim, coisas que uma lista até retornar, mas que pode ser tedioso e chato para explorar.

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