.gitignore – Saiba como ignorar arquivos no Git facilmente

Logotipo do GitUma coisa que todo iniciante de Git costuma fazer é comittar tudo o que há no projeto no repositório. Isso inclui dependências, arquivos compilados, arquivos temporários, e assim vai. Entretanto, com o tempo, esse tipo de arquivos tendem a ser modificados, e tendem a bagunçar muito mais do que deveriam o repositório. Como se isso não fosse o suficiente, à cada clone feito, é necessário lidar com uma quantidade muito maior de dados, pois não há como clonar um repositório no git sem clonar todos os arquivos (você pode até customizar o que vai ser baixado ou não, mas, dada uma branch, você precisa baixar todos os arquivos da branch para conseguir usá-la), o que tende a causar problemas ainda mais significativos ao decorrer do tempo. Por causa disso, hoje vou falar um pouco sobre o .gitignore e como criá-lo, um arquivo simples que lista o que o Git deve ignorar quando você estiver trabalhado no repositório, de forma que seja possível evitar a adição de arquivos indesejados no repositório sem dificuldades, tornando os arquivos indesejados totalmente invisíveis ao Git.

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Docker Compose – Ou como criar aplicações multi-containers no Docker

Logotipo do Docker, que será usado em parceria com o Docker ComposeNo extenso post que fiz sobre o Docker, falei muito sobre o que a plataforma é apresentei alguns exemplos no qual ela se mostra bastante útil, mostrando o porque que ela é interessante especialmente para aplicativos já planejados para serem totalmente distribuídos. Entretanto, essa última parte, como você pode imaginar, exige um setup maior, pois você precisa configurar containers para cada aplicação e conectar tudo de forma que um container possa se comunicar com o outro, o que é bem complicado de administrar quando você precisa criar um determinado ambiente no Docker com determinada frequência (para uso por desenvolvedores, por exemplo). Por causa desse probleminha, hoje eu vou falar um pouco sobre o Docker Compose, uma ferramenta esperta que tem como objetivo facilitar essa configuração e permitir que ela seja reproduzível em qualquer ambiente no qual o Docker esteja instalado (ou que tenha acesso ao Docker, de alguma forma).

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Git Flow – Uma forma legal de organizar repositórios git

Conheça o Git Flow, uma ferramenta desenvolvida para melhorar ainda mais o uso de repositórios GitUma dúvida muito comum a quem começa a usar o Git de maneira mais ativa é como organizar as branches, afinal, são muitos os problemas que um projeto pode enfrentar: De bugs urgentes que devem ser corrigidos, a criação de inúmeras features em conjunto com releases agrupando os deploys relativos a essas features. Mas..como organizar tudo? Pensando nisso é que foi criado o Git Flow, um modelo de organização de branches criado por Vincent Driessen que mais tarde se tornou uma excelente extensão ao Git, permitindo seu uso de forma fácil com qualquer repositório git, e é sobre isso que vou falar hoje.

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Onde (e como) hospedar repositórios Git?

Logotipo do GitSe você leu o meu último post sobre o Git, já deve ter percebido que o Git é um sistema muito poderoso e que facilita o trabalho em equipe ao fornecer recursos para facilitar isso, como branches e registro do autor de cada commit. No mesmo post, eu ainda apresentei o fato que torna o Git distribuído: A possibilidade de usar qualquer repositório git em um computador remoto para sincronizar o conteúdo do seu repositório local, e como isso poderia permitir o uso do git como um sistema P2P.

Pois bem, é verdade que é possível usar o Git como um sistema P2P, mas isso não é muito prático, pois o não implementa uma forma de "consenso" nesse estilo de requisição, ou seja, você pode sincronizar repositórios Git entre duas máquinas (como entre o seu computador e um servidor, por exemplo), tranquilamente, mas se o número de máquinas é maior que dois, a situação começa a complicar.

Devido a isso, é comum o uso do Git com sistemas de hospedagem de repositórios, que funcionam como uma "central" no qual os repositórios são armazenados (servindo também como backup, portanto) e que serve como meio de sincronização entre 2 ou mais máquinas possuindo um determinado repositório Git. E hoje, vou falar um pouco sobre as variadas opções que temos disponíveis, e ensinar como integrá-las com o seu repositório git feito no post anterior.

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Git – Sistema de controle de versões distribuído

Logotipo do GitSe você trabalha com desenvolvimento e não registra as alterações feitas no seu projeto, você está praticamente perdido. O que fazer se uma alteração for enviada para produção e der algum erro? Tira tudo do ar? Restaura um backup? Da mesma forma, como descobrir quem fez essa alteração - no caso de você trabalhar em uma equipe de 5, 10, 20 pessoas? - e ainda, como separar o trabalho de cada um de tal forma que seja possível criar vários recursos novos para um mesmo projeto, paralelamente, juntando todas as alterações no final, sem necessitar do uso de pendrives para copiar arquivos para lá e para cá? Bom, é com o objetivo de facilitar todas essas tarefas que hoje eu vou falar um pouco (e apresentar um breve tutorial) sobre o Git, um poderoso sistema de controle de versões distribuído.

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Falando um pouco sobre custos e a “melhor solução” para tudo

E aí, que decisão tomar?No desenvolvimento de aplicações, sites, e tudo o mais, é comum lidar com muito material falando sobre performance. "Vamos fazer desta forma porque vai economizar 10ms do carregamento da página", "vamos usar essa plataforma pois vai permitir que a gente escale de 1 a 1000 servidores em 10 segundos", "vamos utilizar essa linguagem porque ela é assíncrona e vai permitir atender picos muito rapidamente". São muitas as escolhas que você realmente pode e na verdade deve fazer durante o desenvolvimento, mas, ao mesmo tempo que todo mundo fala dos pontos positivos, é raro você ver alguém falando sobre os custos e sobre as eventuais dificuldades que você vai enfrentar. E é sobre isso que eu vou falar um pouco hoje.

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Vagrant – Máquinas virtuais automatizadas para desenvolvimento

Logotipo do VagrantQuando você começa a trabalhar com programação, é a principio normal que sua máquina fique um pouco bagunçada. Bibliotecas pra cá, interpretadores pra lá, compiladores ali, e assim vai. Depois de algum tempo, você até se encontra de forma que consegue usar tudo o que você mesmo colocou e dessa forma consegue fazer o que quer, ou seja, programar. O problema é quando você precisa efetivamente replicar este mesmo ambiente em outras máquinas, como a máquina dos seus colegas de trabalho,  por exemplo, ou quando você por algum motivo perde todos os dados da máquina (como quando o HD resolve pifar, o que costuma acontecer com certa frequência, pelo que vejo). É aí que a situação complica, e por causa disso hoje vou falar um pouco sobre o Vagrant e inclusive apresentar um breve tutorial sobre como usá-lo da maneira devida.

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